redator e editor da revista.
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domingo, 30 de maio de 2010
"Amor é bossa nova, sexo é carnaval"
Essa famosa frase da canção “Amor e Sexo” da Rita Lee expressa realmente a diferença entre as duas coisas.
Amor é o maior sentimento de aprovação em relação à uma pessoa, e o sexo é a conseqüência disso... Ou não?
Acontece que, ultimamente, o sexo se tornou uma coisa banal para a maioria das pessoas. A própria mídia exibe em massa assuntos voltados à sexualidade em todos os lugares e horários, sem restrições. Não há mais um tabu, apenas apelo sexual; “Use camisinha!”, acabou se tornando um clichê.
A opinião pública é influenciada e catequizada por esses meios, e a massa acaba acatando para si própria estas informações. Muitas vezes essas informações não são corretas, e muita coisa passa despercebido.
“Acho que o apelo sexual é um meio fácil de obter a atenção do público, que com a carência de cultura, acaba se deixando levar por algo que não necessita de produção ou qualquer criatividade” afirma Cleysa Louise Monteiro, 20 anos.
Os jovens são impulsionados a transar mais cedo a cada dia, e com isso, o número de gravidez não planejada e a propagação de doenças sexualmente transmissíveis são mais freqüentes, já que a preocupação acaba se resumindo em ter a relação.
“Na minha primeira vez, acabei esquecendo de tudo, e acabou não tendo tesão sobre aquilo, apenas o ‘Eu não sou mais virgem’”, relata Matheus F., de 21 anos.
Já os pais, cada vez mais distantes dos filhos, acabam sem ter diálogo com eles.
O sexo se tornou um produto mercadológico, onde o que importa é a embalagem. Modelos perfeitamente torneados, exibem seus corpos semi-nus em propagandas de lingeries e seus rostos que denotam desejo sexual, estão estampados em outdoors por todo os lugares que olhamos, o que acarreta um maior número de pessoas inseguras e depressivas, por se sentirem inferiorizadas pelos seus corpos, e até mesmo, incapazes de se relacionarem, deixando assim, de vivenciar momentos que deveria ser considerados bons para ele.
Matheus completa: “O ato sexual não resume em apenas sentir tesão, ou a quantidade de relações em um pequeno espaço de tempo, e sim na perfeição da relação, a amizade e o amor entre os parceiros.”
Sexo sem pudor
Com a banalização do sexo, fantasias ficaram mais comuns.
Sex’s shops estão mais presentes no mercado, como a indústria de filmes eróticos e pornôs, sites de relacionamentos voltados à captação de pessoas para “encontros”, e uma infinidade de serviços para este segmento. Até a procura de garotos e garotas de programas está aumentando.
T.P.V. de 19 anos manifesta “As pessoas têm que se realizarem em todos os sentidos. Eu vejo fantasias sexuais como realização de desejos ou complemento para pessoas que convivem muito tempo juntas e precisam de algo novo para sair da rotina, é essencial”.
Uma segmentação que conquistou um lugar considerável na mercado, são as chamadas “Casas de Swing”, que consiste em uma boate comum, com seus apetrechos. O clima é mais quente, e o forte é a troca de casais. Algumas mais requintadas, investem em outras práticas sexuais, como o sado-masoquismo, salas somente para voyers, Ménage a Trois, e salas livres para sexo grupal. Há também lugares como estes voltados para o público GLS, como saunas e clubes.
“Um homem só pode dizer com certeza absoluta que ele gosta de mulher, depois do dia em que ele ficar (pelo menos uma vez) com outro homem. A minha sorte foi que, ao experimentar outro homem, descobri que é deles que eu REALMENTE gosto. E encontrei minha cara-metade, e convivo com ele á quase 2 anos e meio.”, anuncia André Achileu Montaldi, 24 anos.
Em baladas, há lugares os chamados "dark-rooms", onde lá tudo é permitido.
Com o avanço da tecnologia, já existe o “sexo virtual”. Pessoas se adicionam em programas de mensagens instantâneas, como o MSN Messenger, e ficam se excitando por palavras e as vezes, por webcam.
Em salas de bate papo, por exemplo, a maior procura de parceiros são de pessoas casadas.
Segundo psicólogos, realizar fantasias sexuais é completamente saudável, porém a preocupação está no numero de parceiros e na ausência de preservativos.
“Hoje o mundo anda muito conturbado, para as pessoas pararem e prestarem atenção em algo, ou tem que ser muito interessante ou apelativo, ou seja, acho normal porem imoral”, declara T.P.V.
Solte a imaginação, mas com segurança!
Bareback
O termo “bareback” (ao pé da letra “traseiro careca”, traduzido também como “cavalgada sem sela”) ficou mundialmente conhecido como prática sexual sem camisinha. Surgiu nos Estados Unidos com casais gays que, apesar de toda a campanha contra a AIDS, insistiam em querer fazer sexo sem preservativo, como uma forma de protesto. Hoje em dia é praticado como “esporte” sexual, uma espécie de roleta russa, onde você corre o risco de ser contaminado ou não pelo vírus da AIDS. Para alguns, é um grupo de pessoas em busca do sexo livre, que realiza festas e promove encontros via Internet para fazer sexo sem camisinha, e se tratam de suicidas. Já para boa parte dos gays, eles significam “um retrocesso das conquistas feitas durante os anos mais duros da epidemia, quando os homossexuais foram os mais atingidos e estigmatizados”.
André confessa “Já pratiquei sim, mas não recomendo, a menos que você conheça a pessoa a ponto de saber que ela não tem uma DST.” Já Cleysa contexta “Nunca fiz, mas já presenciei algumas em baladas GLS, esse tipo de coisa rola com freqüência”.
A mídia vem jogando isso em massa para a sociedade com uma abordagem preconceituosa de promiscuidade de homossexuais, porem, na mídia segmentada para eles, trata-se como um assunto mais sério, mostrando o lado negativo e o positivo, este com glamour, muitas vezes incentivando a prática.
Amor é o maior sentimento de aprovação em relação à uma pessoa, e o sexo é a conseqüência disso... Ou não?
Acontece que, ultimamente, o sexo se tornou uma coisa banal para a maioria das pessoas. A própria mídia exibe em massa assuntos voltados à sexualidade em todos os lugares e horários, sem restrições. Não há mais um tabu, apenas apelo sexual; “Use camisinha!”, acabou se tornando um clichê.
A opinião pública é influenciada e catequizada por esses meios, e a massa acaba acatando para si própria estas informações. Muitas vezes essas informações não são corretas, e muita coisa passa despercebido.
“Acho que o apelo sexual é um meio fácil de obter a atenção do público, que com a carência de cultura, acaba se deixando levar por algo que não necessita de produção ou qualquer criatividade” afirma Cleysa Louise Monteiro, 20 anos.
Os jovens são impulsionados a transar mais cedo a cada dia, e com isso, o número de gravidez não planejada e a propagação de doenças sexualmente transmissíveis são mais freqüentes, já que a preocupação acaba se resumindo em ter a relação.
“Na minha primeira vez, acabei esquecendo de tudo, e acabou não tendo tesão sobre aquilo, apenas o ‘Eu não sou mais virgem’”, relata Matheus F., de 21 anos.
Já os pais, cada vez mais distantes dos filhos, acabam sem ter diálogo com eles.
O sexo se tornou um produto mercadológico, onde o que importa é a embalagem. Modelos perfeitamente torneados, exibem seus corpos semi-nus em propagandas de lingeries e seus rostos que denotam desejo sexual, estão estampados em outdoors por todo os lugares que olhamos, o que acarreta um maior número de pessoas inseguras e depressivas, por se sentirem inferiorizadas pelos seus corpos, e até mesmo, incapazes de se relacionarem, deixando assim, de vivenciar momentos que deveria ser considerados bons para ele.
Matheus completa: “O ato sexual não resume em apenas sentir tesão, ou a quantidade de relações em um pequeno espaço de tempo, e sim na perfeição da relação, a amizade e o amor entre os parceiros.”
Sexo sem pudor
Com a banalização do sexo, fantasias ficaram mais comuns.
Sex’s shops estão mais presentes no mercado, como a indústria de filmes eróticos e pornôs, sites de relacionamentos voltados à captação de pessoas para “encontros”, e uma infinidade de serviços para este segmento. Até a procura de garotos e garotas de programas está aumentando.
T.P.V. de 19 anos manifesta “As pessoas têm que se realizarem em todos os sentidos. Eu vejo fantasias sexuais como realização de desejos ou complemento para pessoas que convivem muito tempo juntas e precisam de algo novo para sair da rotina, é essencial”.
Uma segmentação que conquistou um lugar considerável na mercado, são as chamadas “Casas de Swing”, que consiste em uma boate comum, com seus apetrechos. O clima é mais quente, e o forte é a troca de casais. Algumas mais requintadas, investem em outras práticas sexuais, como o sado-masoquismo, salas somente para voyers, Ménage a Trois, e salas livres para sexo grupal. Há também lugares como estes voltados para o público GLS, como saunas e clubes.
“Um homem só pode dizer com certeza absoluta que ele gosta de mulher, depois do dia em que ele ficar (pelo menos uma vez) com outro homem. A minha sorte foi que, ao experimentar outro homem, descobri que é deles que eu REALMENTE gosto. E encontrei minha cara-metade, e convivo com ele á quase 2 anos e meio.”, anuncia André Achileu Montaldi, 24 anos.
Em baladas, há lugares os chamados "dark-rooms", onde lá tudo é permitido.
Com o avanço da tecnologia, já existe o “sexo virtual”. Pessoas se adicionam em programas de mensagens instantâneas, como o MSN Messenger, e ficam se excitando por palavras e as vezes, por webcam.
Em salas de bate papo, por exemplo, a maior procura de parceiros são de pessoas casadas.
Segundo psicólogos, realizar fantasias sexuais é completamente saudável, porém a preocupação está no numero de parceiros e na ausência de preservativos.
“Hoje o mundo anda muito conturbado, para as pessoas pararem e prestarem atenção em algo, ou tem que ser muito interessante ou apelativo, ou seja, acho normal porem imoral”, declara T.P.V.
Solte a imaginação, mas com segurança!
Bareback
O termo “bareback” (ao pé da letra “traseiro careca”, traduzido também como “cavalgada sem sela”) ficou mundialmente conhecido como prática sexual sem camisinha. Surgiu nos Estados Unidos com casais gays que, apesar de toda a campanha contra a AIDS, insistiam em querer fazer sexo sem preservativo, como uma forma de protesto. Hoje em dia é praticado como “esporte” sexual, uma espécie de roleta russa, onde você corre o risco de ser contaminado ou não pelo vírus da AIDS. Para alguns, é um grupo de pessoas em busca do sexo livre, que realiza festas e promove encontros via Internet para fazer sexo sem camisinha, e se tratam de suicidas. Já para boa parte dos gays, eles significam “um retrocesso das conquistas feitas durante os anos mais duros da epidemia, quando os homossexuais foram os mais atingidos e estigmatizados”.
André confessa “Já pratiquei sim, mas não recomendo, a menos que você conheça a pessoa a ponto de saber que ela não tem uma DST.” Já Cleysa contexta “Nunca fiz, mas já presenciei algumas em baladas GLS, esse tipo de coisa rola com freqüência”.
A mídia vem jogando isso em massa para a sociedade com uma abordagem preconceituosa de promiscuidade de homossexuais, porem, na mídia segmentada para eles, trata-se como um assunto mais sério, mostrando o lado negativo e o positivo, este com glamour, muitas vezes incentivando a prática.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Arrasa, Bee!

“Eu sempre soube que era homossexual!”, [THIAGO GARCIA, 24 ANOS] esta afirmação está cada vez mais presente no dia a dia de qualquer pessoa.
Homossexual é a pessoa que só sente atração por uma pessoa do mesmo sexo. (diferenciando assim do heterossexual, que sente atração pelo sexo oposto e o bissexual, aquele que sente atração por ambos os sexos).
Hoje em dia, o número de homossexuais cresceu gradativamente, por uma aceitação maior, e por eles estarem “saindo do armário”.
Em todos os lugares nos deparamos com eles, na balada, na rua, e até mesmo na faculdade. Porém ainda existe um grande fator que acaba por causar certa exclusão dos homossexuais na sociedade, o preconceito.
Não é fácil para um homossexual se assumir, além de uma “guerra interna” contra seus próprios sentimentos e instintos, dos fatores família e amigos, eles têm de enfrentar toda a fúria de uma sociedade catequizada que não aceita essa orientação sexual como algo normal.
O termo opção sexual já não é mais usado, pois o homossexual não escolhe gostar de uma pessoa do mesmo sexo, ele já nasce com essa predestinação. Segundo os cientistas, um homossexual já nasce assim, pois recebe uma carga de hormônio que define logo nos primeiros momentos de vida, a sua sexualidade, não dependendo de escolha. Além disso, é uma orientação inalterável.
Na pesquisa da geneticista britânica Anne Moir, ela constatou em 1991, que “o homossexualismo é principalmente inato e o ambiente exerce um papel muito menos importante do que se pensava na determinação do nosso comportamento sexual”, justificando o porquê dos esforços dos pais para sufocar as tendências homossexuais de seus filhos não adiantarem em praticamente nada. Também afirma que o principal responsável pela causa de alguém ser homossexual, é o impacto (ou a falta) de testosterona (hormônio masculino) no cérebro sendo assim, os homossexuais em sua maioria, são homens. O número é tão significativo, que estatisticamente, para cada lésbica, existem de oito a dez homens gays.
Muitas pessoas, porém, consideram o gay (termo que significa ao pé da letra “alegre” em inglês, e é usado para homossexuais masculinos e femininos) um doente, ou em muitos casos, um pervertido.
Nosso país, recebe milhões de turistas por ano, e uma das maiores visitas acontecem graças ao turismo GLS, que alavanca um lucro considerável na economia do nosso país, que, aliás, tem a maior parada gay (encontro GLBT realizado anualmente em várias cidades) do mundo.
Segundo o livro “Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?”, de Allan e Bárbara Pease, na Grécia antiga, o homossexualismo masculino era não só permitido como altamente respeitado. O cristianismo veio condenar o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, fazendo com que o homossexualismo fosse banido. Se descoberta era considerada obra do diabo e punida com severidade.
Atualmente, entre os gays, o termo Orgulho Gay é não só exposto, como praticado, ele é o reflexo de toda uma geração reprimida de expor seus sentimentos e pensamentos.
Hoje sabemos que homossexualidade está mais presente do que imaginamos, e estamos mais aptos a aceitar as diferença das pessoas, só precisamos conhecer mais e aprender que homossexuais são pessoas normais, e merecem o mesmo tipo de tratamento que um heterossexual.
O preconceito
Como a sociedade está em constante evolução, a moda, a música, enfim, a cabeça de todos está sob influência de diversas tendências que são impostas para a massa. Entre essas influências, a aceitação maior dos homossexuais na sociedade, já não é mais um mito, muito menos um sonho distante para os homossexuais. Ela exerce um forte papel, já que homossexuais são pessoas normais, que compram, trabalham, comem, estudam, sentem, amam e morrem. Enfim, são pessoas que tem um valor na sociedade.
Hoje em dia, até na mídia, eles ganharam seu espaço. Há programas, canais, revistas, boates, eventos, filmes, resumindo, uma infinidade de produtos (e serviços) destinados ao público GLS. A sigla GLS, não é nada mais que “Gays, Lésbicas e Simpatizantes”. Simpatizante, é o nome dado à pessoa heterossexual que convive e/ou aceita que uma pessoa seja homossexual.
O número de simpatizantes vem aumentando exponencialmente, causando uma integração maior dos gays na sociedade. Porém, eles (os simpatizantes), em sua grande maioria, mulheres, não são o suficiente para uma aceitação total.
Os gays ainda são vítimas de violência, seja física, moral e na maioria das vezes, verbal. No estado de São Paulo, há uma lei em rigor(Lei Estadual nº 08666/2001*), que determina que todo ato considerado violento, ou preconceituoso para com um homossexual, é crime, sendo que o infrator deverá responder por seus atos na justiça.
Homofobia, como é chamada, é praticada por muitas pessoas. Pessoas que não aceitam, não admitem ou até mesmo, não gostam de uma pessoa, unicamente por esta ser homossexual.
Estatísticas mostram que homofobia começa em casa
O maior número de homofóbicos está entre os pais que não aceitam que seu filho seja gay, e acaba praticando violência contra eles, além de tribos urbanas que praticam violência contra gays como uma espécie de ritual.
O preconceito atinge todos os homossexuais, seja masculino ou feminino, porém de formas e intensidades diferentes, fazendo com que eles formem grupos fechados de homossexuais que se aceitam.
O homossexual masculino é bem aceito entre as amigas. Muitas vezes, em um grupo de mulheres, sempre se encontra um homossexual masculino. Mas na grande maioria dos casos, entre os homens, ele já é tido como diferente e muitas vezes como inferior.
Já o homossexual feminino, sofre de outros tipos de preconceito. As mulheres tendem se manterem afastadas, porém elas se respeitam mais. Os homens, não aceitam uma lésbica tão fácil, acreditando ser uma brincadeira e fantasiando situações onde ele poderia estar com ela e sua parceira. Uma forma comum de preconceito contra as lésbicas, é a típica frase “ela é assim, porque eu ainda não peguei!”.
Por problemas de aceitação, muitos homossexuais vivem “escondidos”, não querem sair de casa, se afastam ou não têm amigos, por medo de serem ridicularizados por isso. Muitas vezes também, tem uma vida normal, mas não são pessoas felizes, já que escondem quem realmente são, e reprimem seus sentimentos.
Pesquisas apontam que, entre os adolescentes suicidas, 30 por cento são homossexuais.
Gays na Faculdade
Numa instituição de ensino superior, não é diferente. Há héteros, “bis” e homossexuais que convivem mutuamente com o mesmo propósito, garantir seu futuro. Independentemente do curso, ou da área pretendida, homossexuais sofrem por preconceito até dentro da própria faculdade.
Thiago Garcia, de 24 anos, cursa fisioterapia na UBC, e diz que sempre se sentiu “diferente”, e que é bem mais fácil assumir para os amigos do que para a família. “Meus pais me cobravam uma namorada, e eu me sentia sufocado em ter que mentir que saía com uma garota, para, na verdade, sair com meu namorado.”, afirma. Chegou a ter que ir à um psicólogo para se “tratar”, mesmo sabendo desde os 15 anos, que era isso mesmo que queria. “Após saber que não era apenas uma fase, minha mãe teve medo que eu virasse travesti, me vestisse como mulher, me envolvesse com drogas, e me tornasse promiscuo”, completa.
Quando perguntado sobre preconceito, Thiago afirma já ter sido ameaçado de morte. Por razões como estas que devemos conhecer mais as pessoas, antes de julga-las por qualquer razão.
[detalhe: esta foi a primeira matéria que eu desenvolvi para a universidade! a encontrei no meu fotolog e resolvi postar aqui também! Foi postada no dia 04/06/08]
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
22ª edição do Mídia Mix acontece na próxima semana na UBC
O evento semestral conhecido como Mídia Mix, promovido pela Escola de Comunicação Aplicada (ECAP) da Universidade Braz Cubas, acontecerá na próxima semana no Campus 1 da Universidade.
Entre os dias 24 a 26 de Maio, todos os alunos dos cursos de comunicação da universidade (jornalismo, publicidade e propaganda, marketing, comunicação audiovisual, comunicação institucional, web design e desenho de animação) apresentarão os trabalhos desenvolvidos durante o semestre.
“Uma das funções da agencia é a interdisciplinaridade, e o Mídia Mix será um laboratório e, mais que isso, um palco não só de apresentação, mas de inserção no mercado de trabalho dos diferentes projetos gerados pelos alunos”, afirma Francisco Sogari, professor Comunicação da UBC.
Os trabalhos ficarão expostos para todos os estudantes da universidade, promovendo assim uma integração entre os alunos. “Acho interessante. É um evento em que os alunos podem colocar em prática o que eles aprendem durante as aulas e uma oportunidade de expor seus trabalhos”, relata Tassiane Faria,aluna do 5º semestre de jornalismo.
O evento que marca o lançamento da Agência Experimental, terá várias apresentações de projetos ligados diretamente à ela, como o planejamento estratégico, a home page e site, programa de rádio, vídeo institucional, campanha publicitária e a identidade visual da agência. Contará ainda com o lançamento de uma revista institucional, Propagando UBC, direcionada ao público interno da universidade, como professores, bedéis, técnicos e os demais colaboradores.
Além disso, haverão fotos produzidas pelos alunos que estarão expostas pelo Hall Didático durante os três dias de evento.
Entre os dias 24 a 26 de Maio, todos os alunos dos cursos de comunicação da universidade (jornalismo, publicidade e propaganda, marketing, comunicação audiovisual, comunicação institucional, web design e desenho de animação) apresentarão os trabalhos desenvolvidos durante o semestre.
“Uma das funções da agencia é a interdisciplinaridade, e o Mídia Mix será um laboratório e, mais que isso, um palco não só de apresentação, mas de inserção no mercado de trabalho dos diferentes projetos gerados pelos alunos”, afirma Francisco Sogari, professor Comunicação da UBC.
Os trabalhos ficarão expostos para todos os estudantes da universidade, promovendo assim uma integração entre os alunos. “Acho interessante. É um evento em que os alunos podem colocar em prática o que eles aprendem durante as aulas e uma oportunidade de expor seus trabalhos”, relata Tassiane Faria,aluna do 5º semestre de jornalismo.
O evento que marca o lançamento da Agência Experimental, terá várias apresentações de projetos ligados diretamente à ela, como o planejamento estratégico, a home page e site, programa de rádio, vídeo institucional, campanha publicitária e a identidade visual da agência. Contará ainda com o lançamento de uma revista institucional, Propagando UBC, direcionada ao público interno da universidade, como professores, bedéis, técnicos e os demais colaboradores.
Além disso, haverão fotos produzidas pelos alunos que estarão expostas pelo Hall Didático durante os três dias de evento.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Centenas de pessoas tiram as calças em estação de metrô em São Paulo
Realizado em São Paulo, o flash mob denominado “NO PANTS” atraiu cerca de 500 participantes.
Para os desentendidos, o “No Pants” é uma mobilização onde os participantes ficam sem calças no metrô e “passeiam” como se fosse algo normal. Tudo faz parte de um movimento descolado que busca a liberdade, o conforto e claro, a diversão.
O evento que acontece todos os anos, já foi praticado em Nova York, Chicago, San Francisco, Toronto, Boston, Lisboa e várias cidades do mundo todo.
A idéia do evento surgiu do fotógrafo americano Chad Nicholson, que segundo ele, prega a liberdade de expressão.
Nicholson é o criador do Improv Everywhere, "improvisar em toda parte", que é um grupo que promove, em todo o mundo, formas inusitadas de espalhar "caos e alegria". "Nós queríamos fazer alguma coisa no metrô porque ele é único para Nova York e todo mundo o usa", disse Nicholson. E foi assim que as pessoas foram parar lá sem calças.
Em São Paulo, os participantes se encontraram no dia 13 de Maio, na saída do metrô “Paraíso” e começaram a brincadeira.
“Foi uma completa zoeira!”, afirma o fotógrafo Henrique Lanute (18), que reside em Ferraz de Vasconcelos. “Como qualquer outro evento de reivindicação, mais da metade vai pra zoar, encher a cara e causar na rua”, completa.
Os participantes entraram na estação e embarcaram no metrô. Então, abaixaram suas calças e seguiram até a estação “Vila Madalena”, onde aguardaram os demais participantes, já que vários vagões chegaram lotados. Logo após uma segunda concentração, embarcaram novamente sentido a estação “Consolação”, em seguida saíram da estação e o evento findou-se no cruzamento da Av. Paulista com a Rua Augusta. Logo após, vestiram suas calças e foram embora.
Foram cerca de 500 pessoas, como no ano anterior. Entre eles, profissionais, estudantes e pessoas de todas as idades e estilos bastaram para atrair a atenção dos usuários do metrô e fazer do movimento uma verdadeira festa.
João Vitor Forni (18), organizador da manifestação, também gostou do evento. “Deu pra curtir bastante, tinha muita gente e deu pra fazer o flash-mob valer mais a pena”, conta.
A divulgação foi atribuída às redes sociais como orkut, twitter, facebook e um site do próprio evento que continha informações do movimento, ministrados por organizadores, visando assim ter o controle da manifestação.
“O difícil é todo o pessoal acatar certas regras, como fazer o “auê”, mas fora isso foi tudo bem”, admite João Vitor. Segundo o Metrô, o evento não prejudicou o serviço, mas agentes de segurança acompanharam os manifestantes por precaução.
Quando questionado sobre a aprovação do evento, o manifestante Henrique Lanute conclui: “Ano que vem estarei lá!”.
Para os desentendidos, o “No Pants” é uma mobilização onde os participantes ficam sem calças no metrô e “passeiam” como se fosse algo normal. Tudo faz parte de um movimento descolado que busca a liberdade, o conforto e claro, a diversão.
O evento que acontece todos os anos, já foi praticado em Nova York, Chicago, San Francisco, Toronto, Boston, Lisboa e várias cidades do mundo todo.
A idéia do evento surgiu do fotógrafo americano Chad Nicholson, que segundo ele, prega a liberdade de expressão.
Nicholson é o criador do Improv Everywhere, "improvisar em toda parte", que é um grupo que promove, em todo o mundo, formas inusitadas de espalhar "caos e alegria". "Nós queríamos fazer alguma coisa no metrô porque ele é único para Nova York e todo mundo o usa", disse Nicholson. E foi assim que as pessoas foram parar lá sem calças.
Em São Paulo, os participantes se encontraram no dia 13 de Maio, na saída do metrô “Paraíso” e começaram a brincadeira.
“Foi uma completa zoeira!”, afirma o fotógrafo Henrique Lanute (18), que reside em Ferraz de Vasconcelos. “Como qualquer outro evento de reivindicação, mais da metade vai pra zoar, encher a cara e causar na rua”, completa.
Os participantes entraram na estação e embarcaram no metrô. Então, abaixaram suas calças e seguiram até a estação “Vila Madalena”, onde aguardaram os demais participantes, já que vários vagões chegaram lotados. Logo após uma segunda concentração, embarcaram novamente sentido a estação “Consolação”, em seguida saíram da estação e o evento findou-se no cruzamento da Av. Paulista com a Rua Augusta. Logo após, vestiram suas calças e foram embora.
Foram cerca de 500 pessoas, como no ano anterior. Entre eles, profissionais, estudantes e pessoas de todas as idades e estilos bastaram para atrair a atenção dos usuários do metrô e fazer do movimento uma verdadeira festa.
João Vitor Forni (18), organizador da manifestação, também gostou do evento. “Deu pra curtir bastante, tinha muita gente e deu pra fazer o flash-mob valer mais a pena”, conta.
A divulgação foi atribuída às redes sociais como orkut, twitter, facebook e um site do próprio evento que continha informações do movimento, ministrados por organizadores, visando assim ter o controle da manifestação.
“O difícil é todo o pessoal acatar certas regras, como fazer o “auê”, mas fora isso foi tudo bem”, admite João Vitor. Segundo o Metrô, o evento não prejudicou o serviço, mas agentes de segurança acompanharam os manifestantes por precaução.
Quando questionado sobre a aprovação do evento, o manifestante Henrique Lanute conclui: “Ano que vem estarei lá!”.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Uma pitada de psicologia...
Estresse no Trabalho

Como combater esse mal que afeta nosso dia a dia
Hoje em dia, com todos os avanços tecnológicos, as pessoas têm na obrigação de se adaptar às novas tecnologias, o que aumenta a tensão do dia-a-dia no trabalho.
Além disso, o mercado está cada vez mais restrito e o número de vagas disponíveis não é compatível com o grande número de trabalhadores que precisam delas. Isso sem falar no tempo e energia gastos em oito, dez ou mais horas de trabalho, dependendo do emprego. Essa nova realidade no nosso cotidiano pode ser, e geralmente é, estressante.
Países com o maior nível de exaustão física e emocional
1 – Japão
2 – Brasil
3 – China
4 – Estados Unidos
5 – Alemanha
Segundo uma pesquisa recente realizada pelo International Stress Management Association (ISMA), o Brasil lidera (em nível mundial) o ranking de horas trabalhadas por semana. São 54 horas contra 41, a média mundial. Além disso, o Brasil fica em segundo lugar no quesito de países com o maior nível de exaustão mental e física.
Esses dados comprovam que, com o passar do tempo, as pessoas estão mais vulneráveis às tensões e as condições de trabalho do país podem gerar um quadro de esgotamento físico e mental conhecido como “estresse”.
O estresse na verdade, não é bom, nem ruim. É um período de agitação desencadeado por fatores que influenciam o humor, sejam eles internos ou externos. Exemplos disso são: ansiedade antes do casamento, reação por ser assaltado, um susto, reação ao saber de uma notícia boa ou ruim, etc. O que acontece é que normalmente as pessoas tendem a voltar para o equilíbrio, ou seja, após esse momento de agitação, retornam ao normal. Entretanto algumas pessoas não conseguem voltar ao estado normal e desenvolvem doenças após esses momentos de estresse, como síndrome do pânico, distúrbios do sono, entre muitas outras.
No trabalho, a doença provocada após o estresse é chamada de Sindrome de Burnout. O termo é uma junção de burn (queimar) com out (exterior). A pessoa com esse tipo de estresse apresenta sintomas como: comportamento agressivo, irritação, avaliação negativa de si mesmo, exaustão emocional, insensibilidade com relação a quase tudo e todos.
“A vida psíquica é, também, um patamar de integração do funcionamento dos diferentes órgãos. Sua desestruturação repercute sobre a saúde física e sobre a saúde mental” Chistophe Dejours
A doença não afeta somente o dia a dia no trabalho, ela acaba afetando também o relacionamento com os familiares, em casa. Além disso, ele cria uma aversão ao ambiente de trabalho, o que torna o cotidiano um verdadeiro inferno. Em casos extremos, o estresse pode ocasionar depressão.
A organização é o remédio!
Prazos, chefes exigentes, burocracias, relatórios, metas, críticas, perseguições, incertezas, falta de reconhecimento, competição, fazem parte da vida profissional de muitas pessoas, mas a principal forma de evitar que tudo isso afete seu corpo e mente, seria uma mudança interna. Este é o princípio que a auxiliar de expediente administrativo da UBC, Débora Carvalho, aplica em seu cotidiano. Segundo ela, a organização do trabalho, dando prioridade às tarefas a serem executadas, é essencial. “Acho difícil eu perder o controle, tenho que estar muito irritada”, afirma a funcionária que, procura manter a mente desocupada no período que passa fora do ambiente de trabalho. “Eu procuro me desligar das coisas que me tirariam do sério”, completa.
Já existem diversas formas de combater esse mal, entre elas, ioga, acupuntura e dedicar um tempo aos seus hobbies. “Gosto de jogos no computador, mas não tenho uma rotina definida. Só para distrair”, acrescenta Débora.
domingo, 9 de maio de 2010
Nova diretoria já inicia projetos
Com a mudança na diretoria, as principais alterações nos cursos foram aplicadas apenas para quem está começando agora. Já para os funcionários, a mudança foi imediata.
Entre as alterações, ocorreram no quadro de funcionários diversas substituições. A aluna do 9º semestre de Psicologia, Caroline Freitas, que esperava por grandes mudanças no seu curso, mas só sentiu a diferença no corpo docente que foi reestruturado pela direção. “Muitos professores foram substituídos e isso influenciou diretamente na qualidade do ensino”, declara.
Já a aluna Karen Valente do 7º semestre de Odontologia, afirma estar satisfeita porque as melhorias já estão sendo notadas no seu curso.
Segundo ela, a universidade disponibilizou na parte da tarde, aulas com os mesmos professores do curso período noturno, visando atender alunos com DP’s para que estes concluam o curso junto com sua turma. “Quem tem disponibilidade de horário, e faz DP, agora pode adiantar as matérias durante a tarde e continuar com o ensino regular à noite.”, relata a aluna.
Outra mudança no curso de Odontologia é que ele voltou a ter 5 anos de duração, e não 4. “As mudanças foram favoráveis, mas não houve divulgação das mesmas”, completa Karen.
A informatização do protocolo, através do Núcleo de Apoio e Informação Profissional e Estudantil (Naipe) foi outra grande alteração.
Não somente o protocolo, mas os atendimentos da secretaria foram centralizados na sala 501, sede do Naipe. “A mudança visa atender melhor o aluno, além de possuir um espaço mais adequado para o seu bem estar.”, ressalta Simone Regina, auxiliar de atendimento do Naipe.
Entre as alterações, ocorreram no quadro de funcionários diversas substituições. A aluna do 9º semestre de Psicologia, Caroline Freitas, que esperava por grandes mudanças no seu curso, mas só sentiu a diferença no corpo docente que foi reestruturado pela direção. “Muitos professores foram substituídos e isso influenciou diretamente na qualidade do ensino”, declara.
Já a aluna Karen Valente do 7º semestre de Odontologia, afirma estar satisfeita porque as melhorias já estão sendo notadas no seu curso.
Segundo ela, a universidade disponibilizou na parte da tarde, aulas com os mesmos professores do curso período noturno, visando atender alunos com DP’s para que estes concluam o curso junto com sua turma. “Quem tem disponibilidade de horário, e faz DP, agora pode adiantar as matérias durante a tarde e continuar com o ensino regular à noite.”, relata a aluna.
Outra mudança no curso de Odontologia é que ele voltou a ter 5 anos de duração, e não 4. “As mudanças foram favoráveis, mas não houve divulgação das mesmas”, completa Karen.
A informatização do protocolo, através do Núcleo de Apoio e Informação Profissional e Estudantil (Naipe) foi outra grande alteração.
Não somente o protocolo, mas os atendimentos da secretaria foram centralizados na sala 501, sede do Naipe. “A mudança visa atender melhor o aluno, além de possuir um espaço mais adequado para o seu bem estar.”, ressalta Simone Regina, auxiliar de atendimento do Naipe.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
A Função Social do Fotógrafo
Se uma foto vale mais do que mil palavras, como contar uma história?
É nesse princípio que se baseia certas vertentes da fotografia. Principalmente fotojornalistas sociais que querem não só ilustrar uma notícia ou mascarar a realidade com fotos produzidas, eles procuram dar um tapa na cara da sociedade com fotos cruas e com sentimento.
Desigualdade social, fome, miséria são apenas o alguns assuntos retratados. São milhares de fotos e fotógrafos com o propósito de ilustrar a vida e o cotidiano das pessoas e a simplicidade de suas vidas. Entre eles, o fotografo brasileiro Sebastião Salgado, que é um dos repórteres fotográficos contemporâneos mais respeitados no mundo e que foi nomeado Representante Especial da Unicef em 2001.
"Desejo que cada pessoa que entra numa das minhas exposições seja, ao sair, uma pessoa diferente.", comenta Sebastião Salgado.
Adepto da tradição da "fotografia engajada” , documentou em 10 livros e em várias exposições premiadas pelo mundo, fotografias das vidas dos “deserdados do mundo”. Fotografou vários eventos, entre eles guerras, movimentos e acontecimentos importantes em diversos pontos do planeta, recebendo praticamente todos os principais prémios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho.
"Creio que toda a gente pode ajudar, não necessariamente dando bem materiais, mas também tomando parte do debate e preocupando-se pelo que sucede no mundo.", completa Sebastião.
Confira alguns trabalhos de Sebastião Salgado:






É nesse princípio que se baseia certas vertentes da fotografia. Principalmente fotojornalistas sociais que querem não só ilustrar uma notícia ou mascarar a realidade com fotos produzidas, eles procuram dar um tapa na cara da sociedade com fotos cruas e com sentimento.
Desigualdade social, fome, miséria são apenas o alguns assuntos retratados. São milhares de fotos e fotógrafos com o propósito de ilustrar a vida e o cotidiano das pessoas e a simplicidade de suas vidas. Entre eles, o fotografo brasileiro Sebastião Salgado, que é um dos repórteres fotográficos contemporâneos mais respeitados no mundo e que foi nomeado Representante Especial da Unicef em 2001.
"Desejo que cada pessoa que entra numa das minhas exposições seja, ao sair, uma pessoa diferente.", comenta Sebastião Salgado.
Adepto da tradição da "fotografia engajada” , documentou em 10 livros e em várias exposições premiadas pelo mundo, fotografias das vidas dos “deserdados do mundo”. Fotografou vários eventos, entre eles guerras, movimentos e acontecimentos importantes em diversos pontos do planeta, recebendo praticamente todos os principais prémios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho.
"Creio que toda a gente pode ajudar, não necessariamente dando bem materiais, mas também tomando parte do debate e preocupando-se pelo que sucede no mundo.", completa Sebastião.
Confira alguns trabalhos de Sebastião Salgado:






quarta-feira, 5 de maio de 2010
E-commerce: uma alternativa de empreendedorismo
Atualmente, quando pensamos em fazer uma determinada compra, não temos somente aquela vaga lembrança de uma loja, shopping e prateleiras. Nossa mente nos mostra sites, praticidade e pagamento facilitado.
Segundo uma pesquisa sobre a evolução do varejo online, há uma previsão de que no ano de 2010, haja um crescimento de 30% sobre o ano anterior. (fonte eBit) Isso indica, não somente que as pessoas estão cada vez mais comprando na internet, mas também que por ser um mercado em potencial, deve-se ter cuidado com a concorrência.
O mercado virtual tem as mesmas necessidades que uma loja comum. O bom atendimento, variedades dos produtos, preço acessível, contudo, há preocupações específicas deste mercado. As exigências do consumidor têm que ser atendidas, pois a internet não permite que o consumidor viva a experiência palpável de experimentar o produto.
Na internet, temos que encantar a primeira vista. Manter o vinculo com esse cliente é importante, porém um primeiro contato é mais do que indispensável. O consumidor tem que sentir antes de tudo, confiança no site. Este, por sua vez, deve manter uma diagramação adequada, recursos visuais que o atraiam. Os recursos visuais devem ser caprichados e não se deve economizar em nada, pois é a vitrine da sua loja e ela precisa ser um diferencial dos demais sites de venda. Esse consumidor exige que a loja cumpra prazos de envio, e mande o produto que responda às expectativas do cliente, fazendo assim jus à confiança depositada.
O Brasil também é um dos países que mais marca presença nas redes sociais, e por ser o sexto lugar dos países com o maior número de usuários na internet,(fonte eBit) o investimento nessas redes tende a ser lucrativo para uma empresa virtual.
Esse relacionamento horizontal com o cliente, permite que o mesmo se sinta correspondido e suas dúvidas sanadas. Ele se sente “ouvido” e com isso, cria vínculo de afeto pela “marca”. Esse tipo de relacionamento proporciona, além de compras futuras, a famosa propaganda boca-a-boca positiva para a empresa.
Outro fator a ser considerado importante, é a segmentação. Quando uma loja define um nicho a ser trabalhado, ela trabalha melhor a comunicação com o cliente e suas vendas são mais eficazes. No fim, ele acaba sendo referencia para aquele determinado segmento escolhido.
Além disso, é sempre importante ser claro nas informações, quanto mais detalhes, melhor. Proporcionar pagamentos facilitados, também conta muito na escolha de uma loja virtual. Nesse momento, o cliente procura obter o produto/serviço de acordo com suas finanças.
No caso de produtos, o preço do frete e o tempo e entrega também é um forte fator de escolha, já que esse consumidor exigente quer rapidez e preço baixo. Muitos deles deixam de comprar quando o frete possui um valor acima do esperado.
Mesmo o Brasil tendo 23 milhões de consumidores do mercado virtual, de faixas etárias e escolaridades variadas, o perfil geral do consumidor é o mesmo. Ele prefere acumular produtos, e comprar tudo de uma vez para economizar no frete, inclusive, algumas lojas isentam o cliente quando a compra atinge um valor mínimo, o que, para esse cliente, é compensador.
Aproveitando as oportunidades que as datas comemorativas proporcionam, essas lojas geralmente fazem promoções e queimas de estoque em datas especiais. As que mais geram lucro são Natal e Dia das Mães.
Isso prova que o investimento no mercado virtual, não é mais um tiro no escuro, e sim, um investimento a médio prazo com retorno garantido para aqueles que se sobressaírem.
Segundo uma pesquisa sobre a evolução do varejo online, há uma previsão de que no ano de 2010, haja um crescimento de 30% sobre o ano anterior. (fonte eBit) Isso indica, não somente que as pessoas estão cada vez mais comprando na internet, mas também que por ser um mercado em potencial, deve-se ter cuidado com a concorrência.
O mercado virtual tem as mesmas necessidades que uma loja comum. O bom atendimento, variedades dos produtos, preço acessível, contudo, há preocupações específicas deste mercado. As exigências do consumidor têm que ser atendidas, pois a internet não permite que o consumidor viva a experiência palpável de experimentar o produto.
Na internet, temos que encantar a primeira vista. Manter o vinculo com esse cliente é importante, porém um primeiro contato é mais do que indispensável. O consumidor tem que sentir antes de tudo, confiança no site. Este, por sua vez, deve manter uma diagramação adequada, recursos visuais que o atraiam. Os recursos visuais devem ser caprichados e não se deve economizar em nada, pois é a vitrine da sua loja e ela precisa ser um diferencial dos demais sites de venda. Esse consumidor exige que a loja cumpra prazos de envio, e mande o produto que responda às expectativas do cliente, fazendo assim jus à confiança depositada.
O Brasil também é um dos países que mais marca presença nas redes sociais, e por ser o sexto lugar dos países com o maior número de usuários na internet,(fonte eBit) o investimento nessas redes tende a ser lucrativo para uma empresa virtual.
Esse relacionamento horizontal com o cliente, permite que o mesmo se sinta correspondido e suas dúvidas sanadas. Ele se sente “ouvido” e com isso, cria vínculo de afeto pela “marca”. Esse tipo de relacionamento proporciona, além de compras futuras, a famosa propaganda boca-a-boca positiva para a empresa.
Outro fator a ser considerado importante, é a segmentação. Quando uma loja define um nicho a ser trabalhado, ela trabalha melhor a comunicação com o cliente e suas vendas são mais eficazes. No fim, ele acaba sendo referencia para aquele determinado segmento escolhido.
Além disso, é sempre importante ser claro nas informações, quanto mais detalhes, melhor. Proporcionar pagamentos facilitados, também conta muito na escolha de uma loja virtual. Nesse momento, o cliente procura obter o produto/serviço de acordo com suas finanças.
No caso de produtos, o preço do frete e o tempo e entrega também é um forte fator de escolha, já que esse consumidor exigente quer rapidez e preço baixo. Muitos deles deixam de comprar quando o frete possui um valor acima do esperado.
Mesmo o Brasil tendo 23 milhões de consumidores do mercado virtual, de faixas etárias e escolaridades variadas, o perfil geral do consumidor é o mesmo. Ele prefere acumular produtos, e comprar tudo de uma vez para economizar no frete, inclusive, algumas lojas isentam o cliente quando a compra atinge um valor mínimo, o que, para esse cliente, é compensador.
Aproveitando as oportunidades que as datas comemorativas proporcionam, essas lojas geralmente fazem promoções e queimas de estoque em datas especiais. As que mais geram lucro são Natal e Dia das Mães.
Isso prova que o investimento no mercado virtual, não é mais um tiro no escuro, e sim, um investimento a médio prazo com retorno garantido para aqueles que se sobressaírem.
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